Mar de Palavras

– narrações de histórias com Penélope Martins e Joel Costa Mar –

conto zen: a xícara de chá

o conhecimento necessita ser partilhado se procuramos sabedoria. não há partilha entre pessoas que já estão cheias de convicções, de verdades inquestionáveis. para compartilhar é preciso que estejamos dispostos a ouvir o outro com a mente e com o coração. esvazie sua xícara e deixe a vida fluir…

– Penélope Martins –

https://www.youtube.com/watch?v=SsEt3_JyNGE&feature=youtu.be

 

* este vídeo foi confeccionado por Gabriel César (procure por ele no Canal Youtube -https://www.youtube.com/user/Gabrielcsar , também no facebook: https://www.facebook.com/rasecleirbag?fref=ts)

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poesia canção, com Joel Costa Mar

 

“Dizem que sou modesto. Pelo contrário, sou tão orgulhoso que acho que nunca escrevi algo à minha altura. Porque poesia é insatisfação, um anseio de auto-superação. Um poeta satisfeito não satisfaz.” Assim se definiu Mário Quintana, poeta sulista brasileiro, nascido no começo do século XX e já desabrigado da vida no mundo.

Já tive um doido a me dizer que faço poesia e eu, orgulhosamente, respondi que nunca, “ao contrário, eu escrevo bobagens”, porque afinal de contas eu sou boba e ao responder assim eu me ‘quintaneio’ um pouquinho.

Sou da geração que recebeu na escola a coleção “Para Gostar de Ler”. Por lá experimentávamos Vinícius de Moraes, Cecília Meireles e Mário Quintana.

Nessa vida, que é louca e curta, seguimos a procurar a semelhança sem saber onde. Encontrei Joel Costa Mar, meu parceiro musical, e dele colhi uma canção para Quintana. Melhor do que biografias, fica o poema intitulado “auto-retrato”, de Mário Quintana, seguido da canção brincante de Joel, porque quintanear é sempre boa feita.

No retrato que me faço – traço a traço – às vezes me pinto nuvem, às vezes me pinto árvore…

às vezes me pinto coisas de que nem há mais lembrança… ou coisas que não existem mas que um dia existirão…

e, desta lida, em que busco – pouco a pouco – minha eterna semelhança,

no final, que restará? Um desenho de criança… Corrigido por um louco!

– Mário Quintana –

* Conheça também o Clube de Leitores, nossa casinha em Portugal junto de amigos, onde publicam-se os posts sob rubrica “É do Borogodó”, de Penélope Martins, onde já quintaneamos um bocadinho: http://www.blogclubedeleitores.com/2013/07/e-do-borogodo-quintaneando.html

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O gato que a Maria há de ter…

uma canção para miar e miar aos bocados. divirtam-se!

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Nosso Projeto começou com o encontro de duas escritoras que dialogam a mesma língua em países separados por um Imenso Oceano…

* A canção “Ali, Alice” é uma homenagem de Penélope Martins a amiga Alice Vieira em comemoração ao seu 70º aniversário. Na letra, os lugares se misturam às histórias contadas por Alice em sua farta bibliografia. O olhar “Lisboa tem um Brasil ao lado”, é o registro açucarado dessa ponte de afetos.

A melodia é de Joel Costa Mar, que também interpreta a canção com voz e violão.

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laboratório de canções

 

gaivota voa, o ano inteiro voa
anoitece lá no Rio, amanhece em Lisboa
gaivota voa, o ano inteiro voa
partiu lá do Porto foi chegar lá na Gamboa.

gaivota voa, desliza o céu gentil
ora és de Sampa, ora és do Estoril
gaivota voa, voa prazenteira,
voa Portugal à Costa Brasileira.

 

No ensaio brincamos de fazer música, contamos trechos das histórias, compomos juntos novas canções. É um laboratório de coisas novas com partilhas de ideias e sentimentos.

* Gaivota ano inteiro, composição de Penélope Martins (letra) e Joel Costa Mar (melodia)

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bastidores

João Amoroso é pescador de sonhos do conto “Violeta Dengosa”, escrito por Penélope Martins.

Para compor a canção, Joel Costa Mar trouxe a melodia e Penélope escreveu um poeminha para brincar de cantilena.

O conto “Violeta Dengosa” ganhou um projeto para livro ilustrado em co-autoria com a ilustradora Rosana Urbes.

A cantilena faz parte das composições de histórias cantadas no Projeto “Mar de Palavras”.

Monika Tognollo faz registros fotográficos deste Projeto que objetiva integração entre os países de língua portuguesa.

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Miau!

 

Registro da canção “O Gato que a Maria Há de ter…”, composição de Penélope Martins e Joel Costa Mar.

 

Os registros foram feitos na apresentação parcial do Projeto, no Teatro do Complexo Ayrton Senna em Ribeirão Pires, a convite da Secretaria de Educação do Município, em 20 de junho de 2013.

Naquela data, participaram no palco: Penélope Martins contando histórias, Joel Costa Mar cantando e Rosana Urbes desenhando ao vivo.

A fotógrafa Monika Tognollo registrou com sua máquina fotográfica alguns momentos da apresentação para fazer ouvir a história e principalmente as vozes das crianças a miar e miar…

 

O projeto Mar de Palavras visa aproximar Portugal do Brasil com contos reunidos a partir do mesmo tema: nossa língua, um mar de palavras. A intenção é o diálogo afetuoso entre as pátrias de língua portuguesa.

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O mau tempo já passou…

 

Pequeno trecho de uma das canções cantadas durante a viagem pela história de Alice Vieira, A Arca do Tesouro. O refrão utiliza a metáfora da autora “vozes de inverno” para dizer que com dureza a vida fica sem brincadeira, sem entusiasmo, sem alegria.

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A Arca do Tesouro no SESC Santo André

 

Nesta apresentação, Penélope Martins se apresentou com Joel Costa Mar para compor a história com canções. Monika Tognollo registrou as fotografias. O vídeo foi elaborado com a poema musicado “Ou Isto ou Aquilo”, de Cecília Meireles.

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