Mar de Palavras

– narrações de histórias com Penélope Martins e Joel Costa Mar –

é hora de compartilhar histórias e a gente quer muito você por perto. vem!

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preparando novas aventuras para sair por aí (en)cantando histórias…

pe e joel

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a feira de livros e mais de mil rostinhos a cada encontro…

 

 

É dia de festa! Junho começou com grandes encontros. Dias 2 e 3, eu e meu parceiro musical – Joel Costa Mar, na Feira de Livros de Osasco, (en)cantamos histórias de gatos, tesouros, bichos papões e loiras do banheiro. Espalhados feito açúcar, os contos de Alice Vieira e os cordéis de Moreira de Acopiara se misturaram às nossas canções. Divertidíssimo, lindíssimo, riquíssimo. Superlativos da euforia literária. A cada apresentação, um público de mais de mil rostinhos aguardando por um festival de palavras.

Obrigada Osasco. Obrigada LIBRE por nos convidar.

 

- fotografia Vitor Vogel -

– fotografia Vitor Vogel –

 

fotografia Vitor Vogel

fotografia Vitor Vogel

 

 

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O escritor Marciano Vasques entrevista Penélope Martins para a Revista PALAVRA FIANDEIRA

Acontece que nesse labor literário, 
minha alma dança e rodopia no meio do salão.
 
 
Quero que cada livro meu seja uma espécie de abraço, 
um multiplicador de ternura. 
 
 
* Leia a entrevista reproduzida na íntegra e confira mais da Revista PALAVRA FIANDEIRA.
ARTE, EDUCAÇÃO, LITERATURA
Publicação digital de divulgação cultural
EDIÇÕES SEMANAIS
ANO 5 — Edição 144
8 de Março 2014
 
PENÉLOPE MARTINS
 
 
 
 
1.Quem é Penélope Martins?
Acho que eu sou uma pessoa com disposição. O resto das coisas tipo como e o que eu estudei, onde me formei, com quem andei e como foram minhas notas, é só o resto (uma montoeira de papel com carimbo e só). Sou uma pessoa mediana de conhecimento mediano, mas com uma disposição de tirar o fôlego de muita gente.
 
 
2.Esteve recentemente em Portugal e levou uma bagagem com livros do Brasil. Conte-nos essa experiência, por gentileza.
Em novembro passado fui para Portugal com um projeto bacana, contar e cantar uma história minha junto com uma história de Alice Vieira, autora portuguesa de suma importância para a literatura destinada à infância e juventude. Junto comigo viajou Joel Costa Marques, parceiro nas composições musicais e também nas narrações de história. A amiga Monika Tognollo também viajou conosco registrando todos os momentos com sua máquina fotográfica.
Foi uma verdadeira odisseia. Como o projeto não tinha patrocínio de nada, nem de ninguém, resolvi multiplicar esforços para reunir livros de nossos autores para saudar os leitores portugueses. Assim, convidei amigos autores a me encaminhar um livro destinado ao acervo da Biblioteca da Escola Pública Alice Vieira, em Lisboa. Não pensei que seria atendida em larga escala (risos), mas os amigos autores encaminharam livros e indicaram o projeto para outros autores que também encaminharam e a mala de literatura somou os 30 quilos permitidos para embarque.
Em pleno inverno, tive que me virar com uma mala só para viajar porque a outra mala era feita de histórias.
3.Está com livro na praça. Pode nos falar algo sobre essa sua obra. De que se trata? O que nos pode contar?
Pois é, eu sou uma narradora que também conta as próprias histórias e isso é muito legal porque eu posso, inclusive, reescrever a história cada vez que conto para um público diferente. Agora em abril teremos o lançamento do meu primeiro livro, editado pela Folia das Letras, um conto que inventei para meu filho quando ele ainda era pequenino para convencê-lo a tomar banho. André, meu filho, gostava muito de figuras monstruosas e histórias de botar medo na gente, por isso criei o menino fedorento da cabeleira infestada de baratas.
 
4.É encantadora de histórias na empresa “Mar de Palavras”. O que é ser uma encantadora de histórias?
Gosto muito da palavra encantar. Quem encanta toca o outro com sua empolgação, magia, vontade de viver. A leitura sempre foi para mim um portal rumo ao desconhecido e eu sempre gostei de atravessar a fronteira, descobrir coisas novas e pensar novas possibilidades. Quando conto histórias ou quando faço oficinas com leitores, transbordo essa minha sede de viver e de saber mais. Escutei certa vez que só o conhecimento compartilhado pode se tornar sabedoria. Quero ser um dia uma velhinha sábia, uma senhorinha que fez compartilhar muitas histórias.
5.Como vê a necessidade ou não do contador de histórias em nossa era digital?
Era digital ou analógica, tanto faz, somos carne e osso, somos feitos de sentimentos. Talvez hoje seja ainda mais importante promover encontros ao redor de leituras e histórias justamente porque as pessoas estão conectadas a maior parte do tempo com máquinas. Eu adoro a internet, fiz amigos incríveis na rede social, mas nada substitui o encontro, o cheiro do café, o gosto do bolo, a conversa…
6.O que foi a fanzinada da mulherada?
Mais uma aventura, embora eu não faça parte diretamente desta edição. A Fanzinada da Mulherada é um projeto que reúne arte em diversas formas de expressão e, pela lente de Monika Tognollo fui parar lá registrada como modelo de um ensaio fotográfico em homenagem às mulheres, inaugurando a série da fotógrafa intitulada de “Feminina”. Bom, a palavra modelo aqui deve ser esclarecida porque não era modelo como aquela de revista (coisa que não sou), mas era a mulher de vida real, com mais de 40 anos de idade, que trabalha, arranja coisas da casa, cuida de filhos e tantas outras coisas. Fico feliz que o ensaio desperte o olhar para essa beleza, a beleza de ser mulher e fazer tantas coisas.
7.Para uns a Rede é apenas uma chance de exibicionismo, para outros, é a oportunidade de ampliar a difusão do ideal literário, enfim, para cada qual representa algo. De qualquer forma, a Rede está inserida numa revolução que modifica a cada dia a forma do ser humano se comunicar. Como vê esse extraordinário acontecimento na  humanidade?
A rede social é um grande ganho, não tenho dúvidas. Há quem reclame de publicações tolas e de opiniões equivocadas, mas eu não vejo sob esta ótica. A rede social encurtou distâncias e nos aproximou de gente que seria muito difícil de conhecer na nossa rotina habitual. As trocas de informações existem e são saudáveis, mas é claro, como eu já disse, nada substitui o encontro pessoal. Todavia, na rede social eu mesma suporto saudades de amigos queridos que vivem muito longe de mim e com os quais não posso estar fisicamente presente todos os dias.
8.Aprecia a Literatura Infantil, de modo indubitável. Acredita que a Literatura Infantil possa ser protagonista num processo de Alfabetização?
A literatura para infância embora tenha esse nome não serve somente às crianças, ao contrário, é excelente fonte para alfabetização para todos nós. Não falo da alfabetização de ler e escrever, ou a capacidade de compreender um texto, até porque acho que este papel obviamente a leitura pode protagonizar. Mas gostaria de chamar atenção para alfabetização do sentir, aquela que nós deixa mais permeáveis e amplia nossa percepção de mundo. Quem pode dizer que a obra “OU ISTO OU AQUILO” de Cecília Meireles não sensibiliza leitores mais experientes? E os monstros de Maurice Sendak, também não há uma ilha para eles em nossos corações adultos? Poderia citar inúmeras obras aqui e não terminaria nunca a lista.
9.Falando em Rede, qual o peso real do “Curtir”, o que ele pode exatamente significar de modo geral, ou particularmente?
Curtir de um modo geral significa “li sua publicação”. De uma maneira particular serve para alertar publicações que achamos interessantes, relevantes, divertidas. Na rede social tem hora para tudo, tem assunto muito sério que precisa ser compartilhado para que todos tenham acesso à informação, tem coisa bonita que pode inspirar outras pessoas e tem humor. Venhamos e convenhamos, é preciso ter boa dose de humor na vida.
10.Conte-nos algo sobre um sonho que gostaria de ver realizado, em sua vida. E também um que pudesse contemplar a melhoria de vida no planeta.
Meu sonho pessoal é continuar escrevendo e publicando e contando histórias. Eu me formei em Direito e sou advogada. Gosto de poder ajudar pessoas com conhecimento jurídico. Já atuei em processos que me deram muito orgulho. Acontece que nesse labor literário, minha alma dança e rodopia no meio do salão.
Desejo todos os dias um mundo com menos desigualdade social. Por isso acredito na força do conhecimento compartilhado, nesse pão dividido entre muitos.
11.Em seu universo de leitura, qual gênero a deixa mais consigo mesma: a Poesia, o Romance, a Crônica…?
Eu vejo poesia em todos os gêneros. Passeio pelo dicionário e procuro verbetes que me provoquem sensações poéticas. Acho que a poesia é meu estado de espírito com as palavras, é como consigo me nutrir de beleza.
 
© Monika Tognollo (www.monikatognollo.wordpress.com)
 
12.Deixe aqui a sua mensagem final. Qual a sua Palavra Fiandeira?
A vida me presenteou desde sempre. Fui gerada num lar de amor e respeito, convivi com meus avôs bem de perto e pude aprender com as histórias deles. Não gerei crianças, mas me tornei mãe de dois filhos. Tenho amigos queridos que compartilham os dias comigo (as alegrias e as angústias). Eu sou uma pessoa que tem acreditado no poder do amor, na capacidade que o ser humano tem de transformar tudo a sua volta nutrido pelos laços do afeto. Eu vejo isso na minha própria vida e tento repetir no mundo. Quero que cada livro meu seja uma espécie de abraço, um multiplicador de ternura. O mundo é melhor quando nos deixamos amar e amamos também.
 
 
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Contar histórias fora de casa

Em dezembro de 2013 estivemos em Lisboa para contar histórias do Projeto Mar de Palavras, um conto de Portugal mais um conto do Brasil. A narração está descrita aqui no nosso Cardápio de Histórias para quem quiser conhecer melhor.

Depois da narração de histórias e muito empolgados pela vivência com as crianças portuguesas, eu, Joel e Monika saímos pelo corredor para tomar um ar, quando tivemos mais uma surpresa:

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Cada criança criou o gato que haveria de ter. Uma leitura da canção que escrevi para a história de Alice Vieira,  “A arca do tesouro”, editada em Portugal pela Caminho, selo Leya Editorial. Na história, Maria deseja ter um gato mas seus pais não aprovam a ideia, por isso a imaginação cria a companhia felina com os versos de uma canção.

Mas como as crianças já sabiam tanto sobre nosso trabalho se a canção só é apresentada durante as narrações? O canal youtube foi o veículo para que as professoras brincassem com as crianças.

E o pequenino mundo conectado é vasta emoção.

Quem não cantou ainda, agora pode acompanhar “O gato que a Maria Há de Ter”, com o vídeo criado a partir de nossas apresentações. Divirtam-se!

 

 

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Mar de Palavras no Garatujas!

A entrevista foi transcrita abaixo, mas legal é ler no blog das Garatujas, aqui ó: http://garatujasfantasticas.com/mar-de-palavras-me-leva/

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Garatujas Fantásticas: Mar de Palavras. História de lá e cá. Nessa sua andança que une Brasil e Portugal, o que acha que mais aproxima os dois países em termos de história infantis?

Penélope Martins: Penso que temos os mesmos interesses acerca do cotidiano.

Ainda que distantes e com suas palavras, narrativas e sotaques próprios, falamos a mesma língua, mesma herança. Há uma troca muito grande nisso?

A língua é a mesma, mas existem muitas diferenças que merecem atenção. Historicamente são países com evoluções distintas, geograficamente nem se fala! Herdamos uma língua portuguesa falada no século XVI em Portugal, que se misturou com línguas indígenas e africanas. Depois disso, outros imigrantes aqui chegaram. São Paulo abriga a maior colônia de japoneses fora do Japão, e isso é incrível porque também temos imensa colônia de italianos, coreanos, chineses… O que faz a língua não é só a gramática, a língua é viva e sensível a todos os elementos que compõem nossa cultura.

Por isso me pergunto: “Realmente falamos a mesma língua portuguesa em todos os países lusófonos?” Se pensar a língua portuguesa é pensar questões pertinentes à grande comunidade lusófona, o Brasil, país com maior número de ‘falantes’ lusófonos, tem de considerar sua participação ativa nesse diálogo.

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O projeto começou como? E virou viajante a partir do quê?
O projeto começou com um simples convite para que eu contasse histórias de uma grande amiga e autora portuguesa, Alice Vieira. Escolhi a história “A Arca do Tesouro”, cuja personagem tem uma relação especial com o mundo das palavras, e iniciei a exploração do conto para narração. Motivada pelo próprio diálogo que tenho com Alice, escrevi a canção “Ali, Alice“, musicada por Joel Costa Mar. Por sua vez, Joel começou a provocar minha vontade de escrever canções e eu, faminta de diálogos, escrevi outras e outras. Por fim, juntei um conto de minha autoria (Violeta Dengosa, ainda em pré-lançamento pela editora Rocco), mostrei a bagunça toda para Alice Vieira e pronto: ela compartilhou em Portugal e logo alguém teve a ideia de que a narração de histórias, uma de cá e outra lá, fosse passear em terras lusitanas.
Aceitamos o convite, eu, Joel e também Monika Tognollo, que nos acompanha com registros áudio-visuais. Detalhe: todos sem remuneração, mas cheios de vontade de conversar e saber como são percebidas nossas histórias, nossas canções, nosso jeito de ver o mundo a partir da mesma língua portuguesa. Quixotesca, quis participar a cena para outros amigos autores e lancei o convite no Facebook: “Ei, mandem um livro pra cá, eu levo na mala e presenteio um leitor português com um pedaço do Brasil”.
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E como foi isso?
Bom, Bom, embarco dia 25 e tenho cá 29 kg de livros. A ciranda aumentou um bocado e o mais bacana foi pedir aos autores que dedicassem o livro ao leitor lá de Portugal. As dedicatórias foram chegando e revelando algo precioso. Os autores se passaram a leitores na medida em que revelavam o desejo em saber mais sobre esse leitor do lado de lá do Oceano. O projeto é isso, um convite para lermos o mundo lusófono, pensarmos em todas essas crianças que podem ser tocadas por histórias.
Os livros serão entregues dia 2 de dezembro para compor o acervo de biblioteca da Escola Básica Alice Vieira, em Lisboa. Por sua vez, Alice Vieira convidou os autores portugueses ao diálogo, então, a história vai continuar aqui no Brasil e, com sorte (e alguns parceiros) podemos levar a brincadeira aos outros países lusófonos.
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Como será sua rotina em Portugal? Qual o trabalho a ser feito lá, por onde vai passar e quem irá conhecer?
Chego em Lisboa dia 26 (amanhã) com meus amigos, Monika e Joel. De lá partimos para Guarda, onde faremos as duas primeiras apresentações. A Guarda fica ao norte, por isso vamos aproveitar para conhecer uns amigos músicos de Coimbra e não recusaremos a vista da Serra da Estrela.
A agenda em Lisboa é rica. Dia 2, temos a entrega dos livros e, é claro, não se entrega livros para miúdos sem contar histórias. Dias 3 e 4, faremos narrações na Escola Superior de Educadores para Infância “Maria Ülrich”, em Lisboa, e por lá gravaremos uma entrevista com um canal de televisão (mas conto na volta da viagem – suspense!). Dia 6 tem agenda com outra escola para apresentações. 

Podemos dizer então que você vai pra Portugal levando…

Sempre levo minha imensa vontade de saber sobre sua gente.

E imagina voltar para o Brasil trazendo…

Disposição para seguir sonhando projetos que sensibilizam o olhar para o “ser” mais humano.

Sensibilizar o olhar para o “ser” mais humano. Penélope, queremos saber: quem é você? E que papel as palavras ocupam na sua vida de contadora de histórias, que também leva música por aí?

Puxa, quem sou eu? Sei lá, você tem alguma ideia a respeito? Sei que tenho interesse na vida humana. Escrevo, conto histórias, componho canções, cozinho, passo roupas, leio com meus filhos, piro a cabeça dos meus alunos, advogo (sim, ainda faço isso), e em tudo isso sou sempre a mesma menina que cresceu amparada por pais que acreditam no ser humano.

Pois então, que papel esse trabalho tem na vida das crianças (sortudas) que te encontram por aí?

Eu sou a mais sortuda por ter contato com crianças e por encontrar gente que abraça os projetos. Joel e Monika compraram meu barulho com todos os opcionais e sem direito à devolução (risos). Ayssa Bastos nos equipou com material gráfico para divulgarmos as apresentações em Portugal, e tantos autores do país inteiro mandaram livros recheados de carinho. Pensa numa pessoa que vive cantando. Eu sou.

A partir da tradição oral e da musicalidade dessas histórias, podemos dizer que atingimos o imaginário e ajudamos a ampliar conhecimentos, trocar experiências?

Sempre! Quando contamos histórias, falamos sobre sentimentos e compartilhamos impressões. É maravilhoso ler um livro, mas falar sobre ele é incluir o outro na nossa viagem. O contar histórias é isso: uma roda de amigos a conversar.

Qual o valor da poesia nesse seu trabalho?

Não sei se sou poeta, mas sei que tento perceber a poesia nas coisas e isso me faz bem. Meus pais não tinham estudo, nem meus avós. Minha formação vem de observar a costura da avó, a pesca, o plantio do meu avô, o árduo trabalho dos meus pais para que houvesse amizade em nossa família. Cresci e me tornei mãe de duas crianças com histórias prontas, ambas foram geradas no meu coração e eu teria que fazer bonito para merecer um lugar no coração delas. A poesia está nisso: sentir o frescor dos legumes, estender lençóis recém lavados. A poesia é perceber a vida em todas suas miudezas.

Vai, Penélope. E toda sorte nesse mar! Estamos aqui pra saber mais, na volta.

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Bastidores da entrevista para a Globo Portugal

No dia 4 de dezembro, Penélope Martins e Alice Vieira foram entrevistadas para o programa Cá Estamos, da Globo Portugal e contaram como surgiu o projeto Mar de Palavras.

Aqui, um pouquinho dos bastidores da entrevista, que ainda não tem data para ir ao ar.

Fotos de Monika Tognollo

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Escola Superior de Educadores de Infância Maria Ulrich

“É preciso que o coração carregue um bocado de diversão, que os olhos faísquem travessuras, que os lábios transbordem um sorriso cocegado. Para viver é preciso que haja disposição de amar.
Educar crianças no amor, fazer nascer nelas a ternura pelo ser humano, é nosso maior desafio (e o melhor deles).”
– Penélope Martins –
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A entrega dos livros em Lisboa

Na Escola Básica Alice Vieira, nossas narrações de histórias e canções temperaram o Mar de Palavras. A seguir, a entrega de livros brasileiros, gentilmente doados e dedicados às crianças pelos próprios autores, fez com que Portugal se juntasse ao Brasil num caloroso abraço.

 

Fotos de Monika Tognollo

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Violeta Dengosa no Museu da Guarda, Portugal

Eles eram ainda mais miúdos… pequeninos…
Mas ajudaram Violeta a atirar garrafas ao mar.

 

Fotos de Monika Tognollo

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